Enquanto o tempo passa, conhecemos tanta gente... nos distanciamos, reencontramos e até esquecemos pessoas. Algumas são como estrelas cadentes que vemos um dia, causa algum encanto, mas depois nem sabemos direito onde e quando foi que a vimos. Mas algumas pessoas são como o sol que todos os dias estão ali, deixando-os mais alegres... Ainda que o sol se ponha, sabemos que ele vai estar lá no dia seguinte. Muitas vezes eu queria manter numa redoma todas as pessoas que gosto para protegê-las das dificuldades, para que não precisem ir embora, pra que eu pudesse ver todos os dias... Eu queria poder decidir deixar certas pessoas sempre perto, sempre ao lado, eternizando cada momento... É injusto conhecermos pessoas, conviver com elas, aprender a amá-las e depois ter que se despedir. Mesmo que seja por um tempo, mesmo que a distância física seja pouca ou tenha sido uma decisão da outra parte, mas era pra estar aqui, bem ao lado... Essas separações fazem perder um pedacinho da gente, ou mesmo um pedaço significativo que pode nunca ser restaurado... sem falar na dúvida do iminente esquecimento. Sejam nas aulas, nos almoços, no trabalho, em qualquer lugar... Essa transitoriedade da vida deixa uma sensação de que o coração é como um sapato a caminhar, sempre deixando uma parte de si pelo caminho, se desgastando no chão...
O único problema que eu tenho em conhecer pessoas esse medo de perdê-las...